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Atividades da paróquia no mês de Maio 2015

posted May 3, 2015, 2:54 PM by ICP Winnipeg   [ updated May 3, 2015, 3:17 PM ]

Dia 09 e 10 de Maio - Festa do Senhor Santo Cristo dos Milagres: 

    Dia 09 - Mudança da Imagem às 16:00 (4:00pm) na Igreja; e logo após a missa teremos uma convivência no salão paroquial. 

    Dia 10 -  Missa da festa será às 15:00 (3:00pm) seguida de procissão e festa. 

Dia 13 de Maio - Festa de Nossa Senhora de Fátima com missa as 19:30 (7:30pm) seguida de procissão das velas e um pequeno café no salão paroquial.

Dia 24 de Maio -  Tradicional festa do Espírito Santo com missa as 13:00 (1:00pm) seguido do cortejo e sopas do Espírito Santo.


Activities of the parish in May 2015

May 09 and 10  Lord Holy Christ of Miracles Festival:

    May 09 - Change of image at 16:00 (4:00pm) at the Church; and soon after Mass we will have a gathering in the parish hall. 

    May 10 -  Mass will be at 15:00 (3:00 pm) followed by procession and celebration.

May 13 - Celebration of Our Lady of Fatima with Mass 19:30 (7:30 pm) followed by procession of candles and a small gathering in the parish hall.

May 24 -  Traditional celebration of the Holy Spirit with Mass at 13:00 (1:00 pm) followed by the procession and soups of the Holy Spirit.


 
 
 
 

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2015

posted Feb 14, 2015, 9:25 PM by ICP Winnipeg   [ updated Feb 14, 2015, 9:41 PM ]

Fortalecei os vossos corações» (Tg5,8)

Amados irmãos e irmãs,

Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa conosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.

Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.

Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.

A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se vir rejeitada, esmagada e ferida.

Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.

1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja.

Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentamos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa «tem a haver com Ele» (cf. Jo 13, 8), podendo assim servir o homem.

A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1 Cor 12, 26).

A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação.

2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades

Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc 16, 19-31)?

Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direções.

Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o fato de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham conosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito espero não ficar inativa no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas» (Carta 254, de 14 de Julho de 1897).

Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.

Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.

Esta missão é o paciente testemunho d’Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf. Act 1, 8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.

Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!

3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis

Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência?

Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração.

Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum.

E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.

Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.

Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.

Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de Outubro de 2014.


MESSAGE 
OF HIS HOLINESS POPE FRANCIS
FOR LENT 2015

“Make your hearts firm” (Jas 5:8)

Dear Brothers and Sisters,

Lent is a time of renewal for the whole Church, for each communities and every believer. Above all it is a “time of grace” (2 Cor 6:2). God does not ask of us anything that he himself has not first given us. “We love because he first has loved us” (1 Jn 4:19). He is not aloof from us. Each one of us has a place in his heart. He knows us by name, he cares for us and he seeks us out whenever we turn away from him. He is interested in each of us; his love does not allow him to be indifferent to what happens to us. Usually, when we are healthy and comfortable, we forget about others (something God the Father never does): we are unconcerned with their problems, their sufferings and the injustices they endure… Our heart grows cold. As long as I am relatively healthy and comfortable, I don’t think about those less well off. Today, this selfish attitude of indifference has taken on global proportions, to the extent that we can speak of a globalization of indifference. It is a problem which we, as Christians, need to confront.

When the people of God are converted to his love, they find answers to the questions that history continually raises. One of the most urgent challenges which I would like to address in this Message is precisely the globalization of indifference.

Indifference to our neighbour and to God also represents a real temptation for us Christians. Each year during Lent we need to hear once more the voice of the prophets who cry out and trouble our conscience.

God is not indifferent to our world; he so loves it that he gave his Son for our salvation. In the Incarnation, in the earthly life, death, and resurrection of the Son of God, the gate between God and man, between heaven and earth, opens once for all. The Church is like the hand holding open this gate, thanks to her proclamation of God’s word, her celebration of the sacraments and her witness of the faith which works through love (cf. Gal 5:6). But the world tends to withdraw into itself and shut that door through which God comes into the world and the world comes to him. Hence the hand, which is the Church, must never be surprised if it is rejected, crushed and wounded.

God’s people, then, need this interior renewal, lest we become indifferent and withdraw into ourselves. To further this renewal, I would like to propose for our reflection three biblical texts.


1. “If one member suffers, all suffer together” (1 Cor 12:26) – The Church

The love of God breaks through that fatal withdrawal into ourselves which is indifference. The Church offers us this love of God by her teaching and especially by her witness. But we can only bear witness to what we ourselves have experienced. Christians are those who let God clothe them with goodness and mercy, with Christ, so as to become, like Christ, servants of God and others. This is clearly seen in the liturgy of Holy Thursday, with its rite of the washing of feet. Peter did not want Jesus to wash his feet, but he came to realize that Jesus does not wish to be just an example of how we should wash one another’s feet. Only those who have first allowed Jesus to wash their own feet can then offer this service to others. Only they have “a part” with him (Jn 13:8) and thus can serve others.

Lent is a favourable time for letting Christ serve us so that we in turn may become more like him. This happens whenever we hear the word of God and receive the sacraments, especially the Eucharist. There we become what we receive: the Body of Christ. In this body there is no room for the indifference which so often seems to possess our hearts. For whoever is of Christ, belongs to one body, and in him we cannot be indifferent to one another. “If one part suffers, all the parts suffer with it; if one part is honoured, all the parts share its joy” (1 Cor 12:26).

The Church is the communio sanctorum not only because of her saints, but also because she is a communion in holy things: the love of God revealed to us in Christ and all his gifts. Among these gifts there is also the response of those who let themselves be touched by this love. In this communion of saints, in this sharing in holy things, no one possesses anything alone, but shares everything with others. And since we are united in God, we can do something for those who are far distant, those whom we could never reach on our own, because with them and for them, we ask God that all of us may be open to his plan of salvation.

2. “Where is your brother?” (Gen 4:9) – Parishes and Communities

All that we have been saying about the universal Church must now be applied to the life of our parishes and communities. Do these ecclesial structures enable us to experience being part of one body? A body which receives and shares what God wishes to give? A body which acknowledges and cares for its weakest, poorest and most insignificant members? Or do we take refuge in a universal love that would embrace the whole world, while failing to see the Lazarus sitting before our closed doors (Lk 16:19-31)?

In order to receive what God gives us and to make it bear abundant fruit, we need to press beyond the boundaries of the visible Church in two ways.

In the first place, by uniting ourselves in prayer with the Church in heaven. The prayers of the Church on earth establish a communion of mutual service and goodness which reaches up into the sight of God. Together with the saints who have found their fulfilment in God, we form part of that communion in which indifference is conquered by love. The Church in heaven is not triumphant because she has turned her back on the sufferings of the world and rejoices in splendid isolation. Rather, the saints already joyfully contemplate the fact that, through Jesus’ death and resurrection, they have triumphed once and for all over indifference, hardness of heart and hatred. Until this victory of love penetrates the whole world, the saints continue to accompany us on our pilgrim way. Saint Therese of Lisieux, a Doctor of the Church, expressed her conviction that the joy in heaven for the victory of crucified love remains incomplete as long as there is still a single man or woman on earth who suffers and cries out in pain: “I trust fully that I shall not remain idle in heaven; my desire is to continue to work for the Church and for souls” (Letter 254, July 14, 1897).

We share in the merits and joy of the saints, even as they share in our struggles and our longing for peace and reconciliation. Their joy in the victory of the Risen Christ gives us strength as we strive to overcome our indifference and hardness of heart.

In the second place, every Christian community is called to go out of itself and to be engaged in the life of the greater society of which it is a part, especially with the poor and those who are far away. The Church is missionary by her very nature; she is not self-enclosed but sent out to every nation and people.

Her mission is to bear patient witness to the One who desires to draw all creation and every man and woman to the Father. Her mission is to bring to all a love which cannot remain silent. The Church follows Jesus Christ along the paths that lead to every man and woman, to the very ends of the earth (cf. Acts 1:8). In each of our neighbours, then, we must see a brother or sister for whom Christ died and rose again. What we ourselves have received, we have received for them as well. Similarly, all that our brothers and sisters possess is a gift for the Church and for all humanity.

Dear brothers and sisters, how greatly I desire that all those places where the Church is present, especially our parishes and our communities, may become islands of mercy in the midst of the sea of indifference!

3. “Make your hearts firm!” (James 5:8) – Individual Christians

As individuals too, we have are tempted by indifference. Flooded with news reports and troubling images of human suffering, we often feel our complete inability to help. What can we do to avoid being caught up in this spiral of distress and powerlessness?

First, we can pray in communion with the Church on earth and in heaven. Let us not underestimate the power of so many voices united in prayer! The 24 Hours for the Lord initiative, which I hope will be observed on 13-14 March throughout the Church, also at the diocesan level, is meant to be a sign of this need for prayer.

Second, we can help by acts of charity, reaching out to both those near and far through the Church’s many charitable organizations. Lent is a favourable time for showing this concern for others by small yet concrete signs of our belonging to the one human family.

Third, the suffering of others is a call to conversion, since their need reminds me of the uncertainty of my own life and my dependence on God and my brothers and sisters. If we humbly implore God’s grace and accept our own limitations, we will trust in the infinite possibilities which God’s love holds out to us. We will also be able to resist the diabolical temptation of thinking that by our own efforts we can save the world and ourselves.

As a way of overcoming indifference and our pretensions to self-sufficiency, I would invite everyone to live this Lent as an opportunity for engaging in what Benedict XVI called a formation of the heart (cf. Deus Caritas Est, 31). A merciful heart does not mean a weak heart. Anyone who wishes to be merciful must have a strong and steadfast heart, closed to the tempter but open to God. A heart which lets itself be pierced by the Spirit so as to bring love along the roads that lead to our brothers and sisters. And, ultimately, a poor heart, one which realizes its own poverty and gives itself freely for others.

During this Lent, then, brothers and sisters, let us all ask the Lord: “Fac cor nostrum secundum cor tuum”: Make our hearts like yours (Litany of the Sacred Heart of Jesus). In this way we will receive a heart which is firm and merciful, attentive and generous, a heart which is not closed, indifferent or prey to the globalization of indifference.

It is my prayerful hope that this Lent will prove spiritually fruitful for each believer and every ecclesial community. I ask all of you to pray for me. May the Lord bless you and Our Lady keep you.

From the Vatican, 4 October 2014

Feast of Saint Francis of Assisi

Sunday's Gospel Reflection / Reflexão do Evangelho do Domingo

posted Nov 2, 2013, 3:18 PM by ICP Winnipeg   [ updated Nov 26, 2014, 11:41 AM ]


 

 

 

REFLEXÃO–DOMINGO XXXIII DO TEMPO COMUM

NOVEMBRO 16, 2014

Prov 31,10-13.19-20.30-31; Salmo 127; 1Tes 5,1-6; Mt 25,14-30

SOMENTE QUEM NÃO ARRISCA SERÁ CONDENADO

O assunto deste Domingo diz respeito à obrigação de todo cristão desen-volver ativamente um serviço, um ministério, dentro da sua comunidade.

O evangelho diz que não estamos empregando o nosso capital e que nos será solicitada a prestação de contas pelo trabalho desenvolvido e pelos frutos produzidos. A primeira leitura foi escolhida de uma forma muito conveniente; apresenta de fato um exemplo de pessoa labori-osa: a mulher. A segunda leitura está ligada a este assunto, pois lembra que o Senhor chegará ines-peradamente. A vida deve ser tomada muito a sério e não se deve desperdiçar o tempo.

REFLECTION - XXXIII Sunday in Ordinary Time

November 16, 2014

Prov 31,10-13.19-20.30-31; Psalm 127; 1 Thes 5.1 to 6; Mt 25.14 to 30

ONLY THOSE WHO DO NOT RISK WILL BE CONDEMNED

The subject of this Sunday relates to the obligation of every Christian to actively develop a service, a ministry within their community.

The gospel says that we are not using our capital and we will be asked to account for the work and the fruits produced. The first reading was chosen in a very convenient way; in fact, it presents an ex-ample of a hard-working person: the woman. The second reading is connected to this matter, because it is a reminder that the Lord will come unexpectedly. Life must be taken very seriously and time should not be wasted.

 

Parish Annoucements / Anúncios Paroquiais

posted Apr 27, 2013, 9:43 AM by ICP Winnipeg   [ updated Feb 14, 2015, 9:07 PM ]

ANÚNCIOS / ANNOUNCEMENTS


FUNERAL: Grant, Oh Lord, eternal peace / Dai, Senhor, o eterno descanso a Jorge Ávila

ANÚNCIOS / ANNOUNCEMENTS

Quinta-feira – 20 de Novembro - Missa de Boas Vindas ao Sr. Padre Tiago e às irmãs Deigivan e Karina que devem chegar no princípio da semana. A new priest and two sisters will arrive on the 18th. We encourage everyone to come to the 7:00 PM mass on Thursady—November 20—to give them a warm welcome.

Quinta-feira – 27 de Novembro - Reunião Geral dos Cavaleiros de Colombos às 8h00 da noite na sala do Santo Condestavel. Thursday – November 27 – General Meeting of the Knights of Columbus at 8:00 PM

Sábado – 29 de Novembro – Início da Novena da Imaculada Conceição. Aos Sábados a Novena será na Missa das cinco e nos Domingos na missa das 9. Durante a semana a missa e novena serão às 7:30 da noite. Todos são convidados a participar. A todos os grupos da paróquia e às organizações da comunidade será designado um dia durante o qual vão ter maior participação na Liturgia. 

Saturday—November 29 - First day of the Novena of the Immaculate Conception. On Saturdays and Sundays the novena will be at the end of the mass [ 5:00 PM Saturday 9:00 AM– Sunday. During the week mass and novena will be at 7:30 PM.

18 de Dezembro – Confissões na nossa paróquia. December 18 -Confessions at Immaculate.

21 de Dezembro – Último domingo com catequese. December 21—Last day of catechism before the Christ-mas break.

NOTICIAS DO VATICANO / VATICAN NEWS

posted Apr 13, 2013, 10:50 AM by ICP Winnipeg   [ updated Mar 9, 2014, 2:15 PM ]



Mensagem do Papa Francisco
para a Quaresma [ excertos]
"Rasgai os vossos corações e não as vossas roupas." "Com essas penetrantes palavras do profeta Joel, a liturgia nos introduz hoje na Quaresma, indicando na conversão do coração a característica deste tempo de graça", frisou o Papa Francisco em sua homilia.
"Segundo o pontífice, "o apelo profético constitui um desafio para todos nós, sem exclusão, e nos recorda que a conversão não se traduz em formas exteriores ou em propósitos vagos, mas envolve e transforma toda a existência a partir do centro da pessoa, da consciência. Somos convidados a tomar um caminho no qual, desafiando a rotina, nos esforcemos para abrir os olhos e os ouvidos, mas, sobretudo, o coração, para irmos além do nosso quintal".
"O jejum tem sentido se verdadeiramente atinge a nossa segurança, e também se dele se obtém um benefício para os outros, se nos ajuda a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se curva diante do irmão em dificuldade e cuida dele. O jejum comporta a escolha de uma vida sóbria, que não desperdiça, que não 'descarta'. Jejuar ajuda-nos a treinar o coração à essencialidade e à partilha. É um sinal de tomada de consciência e de responsabilidade diante das injustiças, das arbitrariedades, especialmente em relação aos pobres e pequenos, e é sinal da confiança que recolocamos em Deus e em sua providência."
"Mais uma vez a Quaresma vem dirigir-nos seu apelo profético, para recordar-nos que é possível realizar algo de novo em nós mesmos e em torno a nós, simplesmente porque Deus é fiel, continua sendo rico de bondade e de misericórdia, e está sempre pronto a perdoar e recomeçar do início. Com essa confiança filial, coloquemo-nos a caminho", concluiu o Papa Francisco.
A Quaresma é um tempo propício para a renúncia. Privemo-nos de algo todos os dias para ajudar os outros.




Pope Francis’ Lenten Message (excerpts)
To open oneself to God and to others: we live in an increasingly artificial world, in a culture of “doing”, [a culture] of the “useful”, in which we exclude God from our horizon without even realizing it. Lent calls us to “give ourselves a ‘shake-up’”, to remember that we are creatures, that we are not God.
We run the risk of closing ourselves to others also: we risk for-getting them, too - but only when the difficulties and sufferings of our brothers challenge us, only then we can start our journey of conversion towards Easter. It is an itinerary that includes the cross and sacrifice. Today’s Gospel shows the elements of this spiritual journey: prayer , fasting and almsgiving (cf. Mt 6,1-6.16-18 ). All three involve the need not to be dominated by the appearance of things: the appearance of things does not matter – nor does the value of life depend on the approval of others or on success, but from how much we have inside.
*
The first element is the prayer. Prayer is the strength of the Christian and of every believing person. In the weakness and fragility of our life, we can turn to God with the confidence of children and enter into communion with Him. Lent is a time of prayer, a more intense, more diligent prayer, [one] more able to take care of the needs of the brethren, to intercede before God for the many situations of poverty and suffering.
*
The second element of the Lenten journey is fasting. We must be careful not to make a formal fasting, or one that in truth “satisfies” us because it makes us feel as though we have all in order. Fasting helps us to train the heart to essentiality and sharing. It is a sign of awareness and responsibility in the face of injustices, abuses, especially towards the poor and the little ones, and is a sign of our trust in God and His providence.
*
The third element is alms-giving: it is a sign of gratuity because alms are given to someone from whom you would not expect to receive anything in return. Gratuity should be one of the characteristics of a Christian, who, aware of having received every-thing from God freely, that is without any merit, learns to give to others freely.

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posted Oct 19, 2009, 1:40 PM by ICP Winnipeg   [ updated Jan 4, 2013, 9:07 AM ]

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